Falar Bem para Ler Melhor

Muitas dificuldades na alfabetização não começam na escola…
elas começam na base da linguagem. Quando a criança apresenta dificuldades na fala, na percepção dos sons ou na consciência fonológica, isso pode impactar diretamente o processo de leitura e escrita. Foi pensando nisso que criei a campanha Falar Bem para Ler Melhor 💬➡️📖 Uma avaliação cuidadosa para entender como está o desenvolvimento da fala e das habilidades que sustentam a leitura — antes que as dificuldades apareçam de forma mais evidente. Porque, na prática, pequenos ajustes agora podem evitar grandes desafios no futuro. Se você tem dúvidas sobre o desenvolvimento do seu filho, esse é o momento de olhar com atenção e segurança. 📩 Me chama no direct ou WhatsApp e agende a avaliação.

APRAXIA DE FALA NA INFÂNCIA (AFI)

A Apraxia de Fala na Infância é um distúrbio neurológico que atinge a produção motora dos sons da fala, reduz a capacidade da criança de produzir clara e corretamente sílabas e palavras, tornando sua fala significativamente limitada ou pouco clara. DISTÚRBIO MOTOR QUE AFETA A HABILIDADE DA CRIANÇA EM PRODUZIR E SEQUENCIAR OS SONS DA FALA. 💭💬 ELA SABE O QUE QUER DIZER, MAS SEU CÉREBRO FALHA AO PLANEJAR A SEQUÊNCIA DE MOVIMENTOS PARA PRODUZIR OS SONS QUE FORMAM AS SÍLABAS PALAVRAS E FRASES. A Associação Americana de Fonoaudiologia recomenda o termo Apraxia de Fala na Infância para o “Distúrbio neurológico motor da fala na infância, resultante de um déficit na consistência e precisão dos movimentos necessários à fala, na ausência de déficits neuromusculares”. Na Apraxia, ocorre um déficit no planejamento e/ou programação dos parâmetros espaço-temporais das sequências de movimentos e que resultam em erros na produção da fala e prosódia. A APRAXIA DE FALA PODE SER PURA OU ESTAR ATRELADA A OUTRAS CONDIÇÕES COMO O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA OU A SÍNDROME DE DOWN. Crianças com Síndrome de Down possuem maiores chances de ter Apraxia de Fala. A incidência nesse grupo chega a 60%, porém não significa que todas as crianças com este diagnóstico terão o distúrbio. PARA O DIAGNÓSTICO ADEQUADO E INTERVENÇÃO PRECOCE SÃO IMPORTANTES PARA O TRATAMENTO. PROCURE UM FONOAUDIÓLOGO COM EXPERIÊNCIA EM CRIANÇAS, TRABALHE O DESENVOLVIMENTO DE FALA E LINGUAGEM, PARA QUE ELE AUXILIE NO DIAGNÓSTICO E AUXILIE NO PLANO DE INTERVENÇÃO ADEQUADA. 💬 INGRID VIEIRA FONOAUDIÓLOGA Especialista em Linguagem CFFa CRFa 3- 9152

Audição do bebê

Devemos estimular a audição do nosso bebê desde a gestação!


A audição é um sentido importante para o desenvolvimento humano, principalmente no que se refere aos aspectos linguísticos e psicossociais. As vias auditivas já estão maturadas a partir do quinto mês de gestação, possibilitando que o feto apresente reações aos sons durante este período.
Estudos científicos relatam que o desenvolvimento do sistema auditivo que se inicia na vida intra-uterina, encerra-se durante o primeiro ano de vida da criança.

Fotografia de Alysson Vieira 



Estudos atuais mostram que os bebês guardam em sua memória canções e histórias complexas que lhes são repetidas nos três últimos meses de gravidez. Os bebês reconhecem essas canções depois do nascimento, e reagem muito mais atentamente àquelas que já conheciam. Parece que, de fato, os bebês tem memória. O recém-nascido tem reações diferentes ao ouvir a voz de sua mãe e de outras mulheres. 

Fotografia de Alysson Vieira

Estas pesquisas mostram que o recém-nascido já tem experiências auditivas prévias e que é capaz de reconhecê-las.

 

II Fórum Catarinense sobre Transtorno do Processamento Auditivo

Em mais um encontro com minha querida Professora Dra. Sheila Andreoli Balen revi conceitos e atualizei meus conhecimentos para aperfeiçoar minha prática nas terapias fonoaudiológicas com os pacientes que apresentam Transtorno do Processamento Auditivo.
“Ouvir e decifrar o que está sendo depende da relação entre a integridade do sistema auditivo periférico com o sistema auditivo central. Para a efetividade na comunicação as habilidades de processamento auditivo são de extrema importância.”
O processamento auditivo tem função essencial no desenvolvimento da fala e da linguagem, e o déficit de algumas das habilidades auditivas pode trazer ao indivíduo sérias dificuldades de aprendizado de fala, de leitura e de escrita.


Dra. Sheila Andreoli Balen foi minha professora na graduação, curso de pós graduação e nas atualizações

Interação


É interagindo que desenvolvemos a linguagem!

"Linguagem é considerada como instrumento mais complexo para viabilizar a comunicação, a vida em sociedade."
"A motivação do pensamento, a esfera motivacional de nossa consciência, que abrange nossas inclinações e necessidades, nossos interesses e impulsos, nossos afetos e emoções. Tudo isso vai refletir imensamente na nossa fala e no nosso pensamento."(Vygotsky 1998)


Pai cria balanço portátil para filho autista interagir com novos ambientes

Bruno, 4 anos, foi diagnosticado com a síndrome quando ainda era bebê. Pai une a brincadeira com a possibilidade de conhecer novos lugares.







Bandagem na Fonoaudiologia


O uso da bandagem auxilia no tratamento de diversas alterações, dentre elas podemos citar:

 - Auxílio no tratamento do bruxismo;
- Alterações da ATM;
- Respiração oral;
- Alteração vocal;
- Paralisia facial;
- Sialorréia (saliva);
- Funções de mastigar, deglutir (engolir), respirar, sugar e falar;
- Vedamento labial;
- Disfagia;

- Redução das dores em geral;
- Estimulação da circulação sanguínea;
- Melhor condição muscular para realizar os movimentos;
- Prevenção e auxílio na recuperação de lesões musculares e articulares;
- Favorece a drenagem linfática;
- Na fonoaudiologia estética facial, aumenta a força muscular, e no pós cirurgia plástica auxilia na redução do inchaço.

Esse método enriquece a fonoaudiologia, haja vista que é o único método de bandagem elástica, que trabalha todos os músculos da face e do pescoço.

Atualmente, muitos atletas e artistas, tem se beneficiado com o uso das bandagens elásticas.



Vale ressaltar que para aplicar as bandagens, o profissional deve ser capacitado, pois os riscos de utilizar a bandagem sem critério, podem prejudicar muito, as condições do paciente.
Nos dias 23 e 24 de maio, a Fonoaudióloga Ingrid Vieira participou do Curso Therapy Taping em Curitiba -PR
Fonoaudióloga Ingrid Vieira aplicando a Bandagem

O Método Therapy Taping é baseado em princípios neurofisiológicas, como mais um recurso terapêutico, utiliza bandagem na pele que envolve o músculo para facilitar uma melhora resposta motora.


A Fonoaudióloga Ingrid Vieira que atua há mais de 9 anos em Biguaçu, esta sempre em busca de atualizações oferecendo o melhor para o atendimento do seu paciente.

A Bandagem é fabulosa!
  

Ela age nos receptores sensoriais do sistema tegumentar (pele). De acordo com cada músculo, da origem para inserção, você pode ter efeito de aceleração ou desaleração do movimento, ou seja, sustentar ou relaxar uma área do corpo, além de aliviar a dor, através das ondulações que a bandagem promove. Como medida de emergência, é o melhor tratamento que existe hoje.

Distúrbio Específico de Linguagem



A Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia alerta: crianças a partir de 2 anos que ainda não aprenderam a falar ou que falam de forma confusa podem ter uma alteração chamada Distúrbio Específico de Linguagem (DEL), que afeta 5 a 7 % dos nascidos ao ano.

O Distúrbio Específico de Linguagem é uma patologia que altera a aquisição do desenvolvimento da criança na comunicação como um todo. A criança é inteligente, ouve bem, não tem nenhuma lesão cerebral, mas seu cérebro funciona de forma diferente, dificultando o aprendizado.  

DEL não tem cura, mas o tratamento fonoaudiológico permite que a criança siga seu desenvolvimento e seja um adulto capaz de se relacionar e trabalhar.  

A criança sempre terá mais dificuldades para acompanhar as explicações mais longas e novas aprendizagens, a reabilitação ele desenvolve ferramentas para superar essa dificuldade e levar uma vida normal.

Para o bom resultado do tratamento é fundamental o diagnóstico precoce com avaliação fonoaudiológica completa. Pais e professores precisam estar atentos aos sinais de que algo não está bem com a criança. Veja no quadro abaixo os principais sintomas do Distúrbio Específico de Linguagem.







Curso de Saúde Vocal: dê razão a sua voz


           A capacidade de falar bem não é uma qualidade inata, ela pode ser adquirida por meio de novas experiências e treinamento específico com técnicas fonoaudiológicas. 

Para desenvolver habilidades vocais e articulatórias, aumentando a capacidade de transmitir segurança e convicção pela voz, ocorrerá no 23 de novembro o Curso de Saúde Vocal: dê razão a sua voz, ministrado pela fonoaudiológica Ingrid Vieira de Souza.





Se você é um profissional que utiliza a voz como instrumento de trabalho, faça o Curso de Saúde Vocal e dê razão a sua voz.

“Comunicadores eficazes são considerados pessoas mais fortes do que outras menos articuladas. Falar em público diz respeito a todos os aspectos da comunicação. Refere-se a sua capacidade de transmitir idéias, de informar e convencer.  A visibilidade que a capacidade de falar lhe dá, torna-se parte do crescimento profissional geral.” 


Maiores Informações:   (48) 9811 01 70
ifh@institutofatorhumano.com.br

http://institutofatorhumano.com.br/saudevocal/

Surdo não é Mudo

Hoje, 26 de setembro, comemora-se o Dia do Surdo!
Dia de Lembrar que os Surdos não são mudos e podem ser oralizados!


Existe uma confusão do termo "surdo-mudo"! 
A verdade é que o Deficiente Auditivo muitas vezes não fala poque não recebeu estímulos auditivos necessários para desenvolver a linguagem oral - e não por possuir algum problema nos órgãos fonoarticulatórios (boca, língua, bochechar, pregas vocais... ).
Existem diferentes graus de perdas auditivas (leve, moderada, severa e profunda), que determinam as consequências do desenvolvimento da criança e exigirão uma atuação fonoaudiológica própria e subjetiva.
As crianças com deficiência auditiva necessitam de terapia fonoaudiológica precoce, com objetivo de desenvolver a linguagem oral (englobando fala e voz). 
O papel do fonoaudiólogo em relação a criança deficiente auditiva abrange tanto a área da saúde como a área educacional. Compete ao fonoaudiólogo a função de reabilitação do surdo, a seleção e indicação de prótese auditiva e treinamento auditivo com a prótese ou implante coclear, bem como todo trabalho de orientação da família e equipe escolar.


Palestra sobre Disfagia no Curso para Fonoaudiólogos

A Fonoaudióloga Ingrid Vieira, ministrou palestra sobre Disfagia e participou nos dias 05, 06 e 07 de agosto de 2013, do I Curso para Fonoaudiólogos que atuam nas APAEs de SC, sob a Coordenação de Júlio César de Aguiar e Maria Nilza Éckel – FEAPAEs  SC  que aconteceu no Auditório do Hotel Cambirela em Florianópolis/SC.
 
O Curso teve o objetivo de capacitar os profissionais da Fonoaudiologia, nas áreas de Motricidade Oral, abordando a Disfagia, Linguagem aprofundando os estudos e práticas da Comunicação Suplementar Alternativa e no Diagnóstico utilizando o CIF.

A FEAPAEs, investiu na qualificação dos serviços de Fonoaudiologia oferecidos pelas equipes que desenvolvem as potencialidades das pessoas com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, deficiência intelectual, múltipla e autismo atendidas nas instituições especializadas mantidas pelas APAEs de Santa Catarina.

 
 
A Fonoaudióloga Ingrid Vieira foi convidada pela Coordenadora Técnica da FEAPAES, Maria Nilza Éckel, para ministrar palestra sobre Disfagia, com enfoque também na Disfagia da Criança com Deficiência.
Com a Coordenadora da FEAPAEs Técnica Maria Nilza Éckel
 
 
A palestra ministrada pela Fonoaudióloga Ingrid Vieira, abordou os aspectos teóricos da anatomofisiologia da deglutição, com conceitos, classificação, etiologia, fisiopatologia e complicações da Disfagia. Apresentou também conceitos e exposição de casos clínicos sobre:

 

  • Avaliação clínica e instrumental das disfagias;
  • Tratamento das disfagias: Reabilitação fonoaudiológica nas disfagias neurogênicas; 
O curso teve continuidade com a Terapeuta Ocupacional Silvane Penkal de Joinville, com o Tema: Classificação Internacional da Funcionalidade e Incapacidade - CIF.
 
A Classificação é específica para cada área do desenvolvimento e pode ser realizada por toda equipe técnica. Na Fonoaudiologia a CIF se mostrou como uma ferramenta útil para análise das condições linguístico-cognitivas dos indivíduos avaliados, englobando diferentes aspectos da linguagem, participação e funcionalidade. Possibilita a análise da evolução das crianças ao longo do tempo, abrangendo não apenas os aspectos negativos, como também, os positivos.
 
Além dos estudos no CIF, os Fonoaudiólogos das APAEs de SC, receberam a capacitação em Tecnologia Assistiva com Rita Bersch e Mara Sartoretto do RS, aprofundando os Fundamentos Teóricos e Práticos da Comunicação Alternativa.
 
 
 
A nova versão do Software Boardmaker foi apresentada e os fonoaudiólogos juntos planejaram as atividades criadas com o software e pranchas de comunicação interativas e interligadas.
 
O curso possibilitou um novo olhar sobre o uso da Comunicação Suplementar Alternativa, que segundo Rita Bersch é um complemento, não vai substituir a linguagem oral, vai complementar a comunicação.
 
A comunicação alternativa proporciona a possibilidade de exercício e estimulação da linguagem.

XXI Congresso Brasileiro de Genética Médica




   Na última semana do dia 11 a 15 de junho de 2013, aconteceu o XXI Congresso Brasileiro de Genética Médica, no Costão do Santinho em Florianópolis - SC, no qual a fonoaudióloga Ingrid Vieira participou como palestrante em uma Oficina e Palestra do Congresso.
 
 
   A Fonoaudióloga Ingrid Vieira foi convidada a ministrar palestra na Oficina de Fonoaudiologia com objetivo de apresentar sua atuação fonoaudiológica nos casos de síndromes genéticas atendidas, coordenada pela Dra. Erlane Marques Ribeiro.
  
   A identificação precoce dos casos de pacientes com doenças genéticas é fundamental para o manejo adequado desses pacientes. A caracterização fonoaudiológica das doenças genéticas permite a melhor atuação do fonoaudiólogo na avaliação e terapia de cada caso, propiciando o maior sucesso e adaptação do indivíduo na sociedade. A contribuição do fonoaudiólogo é importante para o reconhecimento precoce e o manejo adequado das síndromes  genéticas.
 
Temas apresentados na Oficina de Fonoaudiologia:
  1. Doenças genéticas mais comuns na prática do fonoaudiólogo. Dra Erlane Marques Ribeiro (Estácio FMJ/ SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DO CEARÁ)
  2. Diagnóstico Fonoadiológico nas síndromes genéticas ” Fga Dra. Célia Giacheti ( Curso de Fonoaudiologia-UNESP-Marilia-SP  )
  3. Intervenção Fonoaudiológica nas crianças com alterações genéticas. Fga Ingrid Vieira de Souza (  Clínica Integrada e APAE SC   )
  4. A disfagia nas síndromes genéticas: atuação do fonoaudiólogo.  - Fga  Dra. Ana Maria Furkim (Curso de Graduação em Fonoaudiologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
 

 
  
    A Fonoaudióloga Ingrid Vieira foi convidada pela Dra. Pricila Bernardi para ministrar palestra na Mesa Redonda “O trabalho multidisciplinar na prática da Genética Médica”, coordenada pela Dra. Raquel Boy (RJ).


 
 
   Um dos primeiros sinais de distúrbio ou desequilíbrio no desenvolvimento de uma criança é o Atraso na Linguagem, por isso a importância da avaliação fonoaudiológica nos primeiros anos de vida. Além do desenvolvimento da linguagem, o fonoaudiólogo avalia e trata as alterações no desenvolvimento das funções neurovegetativas de respiração, deglutição, sucção, mastigação e fonação.
 
   Após a avaliação e diagnóstico multidisciplinar das alterações, a criança será encaminhada para estimulação essencial, com objetivo de otimizar o desenvolvimento das habilidades.
 
 
 

Mastigação

 
   As crianças que demoram para iniciar a introdução de alimentos sólidos apresentam como consequência alterações na linguagem oral e na articulação dos fonemas.
 
   A alteração na articulação dos fonemas acontece devido ao fato da musculatura oral não desevolver adequadamente com o estímulo da mastigação.
 
   A mastigação é a função mais importante para o equilíbrio das estruturas orofaciais. Ela mantém a força dos músculos do rosto, modela a forma dos ossos e a posição dos dentes, além de ser a primeira fase da digestão dos alimentos.
 
  
Músculos da face responsáveis pela sucção, deglutição, mastigação e fala.
 
 É um engano comum achar que o bebê deve comer papinhas batidas e peneiradas por muito tempo. Esse tipo de consistência não estimula a força dos músculos e o desenvolvimento dos ossos faciais.
O ideal é abandonar antes dos 2 anos o hábito de sucção pela mamadeira e fazer iniciar o quanto antes a introdução de alimentos sólidos como os pães, frutas e verduras.
 
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/09/garoto-com-pavor-de-comer-tem-1-refeicao-apos-tratamento-pioneiro.html


Mal de Parkinson

Terapia Fonoaudiológica é essencial no Mal de Parkinson 
 
 
   O Mal de Parkinson é uma alteração neurológica progressiva e sua causa ainda não é conhecida. Alguns estudos recentes apresentam casos de mal de Parkinson em adultos jovens com achados relacionando ao fator hereditário.  
   Os sintomas característicos são: tremores, rigidez e bradicinesia, apresentando desordens na respiração, na articulação da fala, na mastigação e na deglutição. Pode acontecer a redução na intensidade da voz e da inteligibilidade da fala, ausência de modulação e entonação, gerando uma fala monótona. Em alguns casos ocorre dificuldades relacionadas à deglutição devido à diminuição da força muscular, dificuldade na realização de movimentos voluntários e redução da peristalse faringea, estas alterações podem ter como conseqüência a aspiração de restos de alimentos, saliva e líquidos para o pulmão.
   Devido a estas dificuldades relacionadas a linguagem oral, voz e deglutição é indispensável acompanhamento com o fonoaudiólogo , buscando a reabilitação da deglutição e melhorando o processo comunicativo, contribuindo assim para a melhoria na qualidade de vida do indivíduo.

Cuidados com a saúde vocal após o Carnaval

Após o Feriado do Carnaval aumenta o número de pacientes que procuram  atendimento fonoaudiológico devido a disfonia.
 
O Carnaval é uma das movimentações culturais que mais aglomera multidões e muitos cuidados com saúde são esquecidos.
 
Bebidas, cigarros, má alimentação e uso incorreto da voz podem trazer alterações como infecções das vias aéreas (nariz e garganta).

“Nessa época aumenta o índice de contágio, uma vez que as pessoas ficam mais vulneráveis a doenças infecto-contagiosas devido à queda imunológica e aos ambientes”.
 
Casos como faringite, amidalite, sinusite, inflamações, gripe e infecções intestinais. Entretanto, elas podem ser evitadas com muita hidratação, alimentação correta, moderação no consumo de bebidas alcoólicas e uma boa noite de sono.
 
Junto com o Carnaval temos a música e as entonações exaltadas da voz, como os gritos que trazem alterações vocais.
 
Produzir a voz em ambientes ruidosos (como em shows e festas) atrapalha o retorno da audição, ocasionando a falta do controle vocal, provocando atrito das pregas vocais e o ressecamento da mucosa. 
 
Precisamos redobrar o consumo de líquidos (de preferência água em temperatura ambiente) e se caso a disfonia (rouqidão, soprosidade...) persisitir por mais de uma semana, procurar um atendimento especializado.


 

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM PODEM SER EVITADAS





   As principais conseqüências da perda auditiva na infância são: distúrbio no aprendizado da linguagem, com possível atraso da aquisição de linguagem oral, distúrbios de atenção, de compreensão, de leitura e alterações de comportamento social.  
 

   A deficiência auditiva mínima (perda auditiva leve) com pouco prejuízo para um adulto, pode representar dificuldades importantes para as crianças, como não perceberem todos os fonemas igualmente e não ouvirem a voz em intensidade fraca ou distante. Geralmente estas crianças são consideradas desatentas e costumam pedir para que os outros repitam o que disseram. Além disto, uma perda leve dificulta discriminação e percepção de  alguns sons da fala, como as consoantes surdas (/s/, /p/, /t/, /k/, /f/, /th/, /sh/), que precisam de um mínimo de energia, onde em conversação rápida, caem abaixo do limiar de audição normal. 
  
   O tratamento pode demandar a utilização de prótese (AASI) e/ou outros meios de amplificação do sinal sonoro, acompanhamento médico, orientação familiar e escolar, e fonoterapia.
 

Fonte:  Pediatria  (Sao Paulo) 2007;29(1):43-49

Teste da Línguinha


   Para prevenção de alterações que podem comprometer o desenvolvimento do bebê, já existe o Teste de Apgar, do Olhinho, do Pézinho e da Orelhinha. Somados a eles agora tem o  Teste da Línguinha para diagnosticar a presença de língua presa e o grau de limitações dos movimentos causados por ela, que podem sim comprometer as funções de sugar, respirar, deglutir, mastigar e falar.

Programa Mesa Educadora


    Pelo quinto ano consecutivo, a Fonoaudióloga Ingrid Vieira ministra palestra para o Programa Mesa Educadora para Primeira Infância em Biguaçu - Projeto da GERDAU em parceria com a Prefeitura Municipal de Biguaçu.
    As pedagogas responsáveis pelo Programa Mesa Educadora do Município de Biguaçu convidam todos os anos a Fonoaudióloga Ingrid Vieira para ministrar a Palestra sobre Saúde Vocal sempre no mês de outubro em homenagem ao Dia do Professor, pois trata-se de um assunto envolvendo a prevenção de saúde e qualidade de vida do educador.
    O professor utiliza a voz como instrumento de trabalho e corre riscos de natureza ocupacional e não ocupacionais que resultam em alterações vocais:  A  Disfonia, que é um sintoma de patologias como a  Laringite, Faringite, Nódulos nas Pregas Vocais, Pólipos e até o Câncer de Laringe.
  
    Impacto sobre a saúde do professor, afeta negativamente o desempenho nas atividades de ensino, constituindo-se numa fonte permanente de frustração, insatisfação e estresse, e, não raro, de afastamento temporário ou permanente da sala de aula, o que contribui para a diminuição da qualidade de vida dos docentes e do processo de ensino-aprendizagem.


  O Programa é uma iniciativa da Empresa Gerdau, com gestão técnico-pedagógica do Instituto Razão Social (IRS) que investe na formação permanente em serviço de todos os profissionais da Educação Infantil. Hoje o Programa Mesa Educadora já é referência na formação de educação infantil dos educadores.



XIV Congresso Estadual das APAEs


A Fonoaudióloga Ingrid Vieira participou do XIV Congresso Estadual das APAEs que aconteceu nos dos dias 3 a 6 de setembro de Joinville - SC.
 
O Congresso apresentou uma proposta diferente para este ano, pois além das palestras sobre prevenção de deficiência e sobre as deficiências, proporcionou as concressistas a possibilidade de aprimoramento profissional por meio de cursos em todos os períodos.
 
Dr. Rui Fernando Pilotto de Curitiba - PR, explanou sobre Formas de Prevenção das Deficiências: Quais as causas e como evitá-las. Vale ressaltar que muito do que foi referido como atualidades a fonoaudióloga Ingrid Vieira já realiza no seu município de atuação (Biguaçu SC), como as palestras nos cursos de noivos.
 
O Tema Estimulação Essencial, foi discutido com a Dra. Marisa Amada Pires Sella também de Curitiba - PR, com mais de 25 anos de experiência com bebês e crianças que apresentam síndromes e deficiências.
 
Fonoaudióloga Ingrid Vieira ao lado do Dr. Miguel Higuera Cancino - Chile
 

Durante o XIV Congresso Estadual das APAEs, a Fonoaudióloga Ingrid Vieira participou do Curso sobre Autismo com Dr. Miguel Higuera, fonoaudiólogo com 27anos de experiência no tratamento de crianças com Autismo e TDHA. Dentre todas as opções de curso que o o Congresso possibilitou, a fonoaudióloga Ingrid não exitou em escolher mais uma vez o Dr. Miguel Higuera. Foram quatro horas com a brilhante fala do Dr. Miguel Higuera sobre desenvolvimento da linguagem do sujeito com espectro Autista.

 
 
 
O tema: Adolescência, Sexualidade e Envelhecimento, foi conduzido pelo Dr. Zan Mustacchi de São Paulo - SP e envolventemente finalizado pelo Dr. César Aparecido Nunes de Campinas - SP, que abordou teorias psicanalistas para justificar o desenvolvimento do ser humano como um todo.
 
 
"Suba no ombro dos gigantes para ver mais longe."

Fonoaudióloga Ingrid Vieira ao lado da Fga. Misian Braga Farhat da FCEE 


Palestra: VOZ PROFISSIONAL NA UNICRED

   A fonoaudióloga Ingrid Vieira foi convidada pela gerência da UNICRED para ministrar uma palestra sobre Saúde Vocal, e desta vez com enfoque na Voz Profissional.

   Na última sexta-feira dia 27 de julho, a gerente de Agência de São José, Amanda Gonçalves Rios, organizou a capacitação com a participação da Fonoaudióloga Ingrid Vieira para todos os colaboradores da UNICRED,  com o objetivo de aperfeiçoar a voz acreditando ser um instrumento de negociações e relacionamentos.



Segundo a Gerente da Agência, na qual a palestra foi ministrada, Amanda Gonçalves Rios, "Nós que trabalhamos com público e usamos nossa voz como meio de comunicação, talvez não tenhamos noção da importância que esta ferramenta tem para o nosso trabalho. A voz é por excelência um instrumento relacional e dela depende a eficácia com que uma mensagem é transmitida. Através dela é possível saber se uma pessoa está insegura, nervosa, ansiosa, enfim, ela nos dá sinais de ordem física, emocional ou psicológica." Destacando desta forma a importância da voz como istrumentos de trabalho para a equipe do do Banco.



  A Fonoaudióloga Ingrid inicia sempre suas palestras apresentando a importância da voz como instrumento de trabalho, posteriormente apresenta os aspectos fisiológicos dos orgãos fonoarticulatórios, os mitos e verdades sobre o uso da voz, bem como as patologias de maior incidência com o uso inadequado da produção vocal. No decorrer da palestra, as técnicas específicas para o uso da voz como instrumento de trabalho foram apresentadas, por meio de dinâmicas envolvendo toda a equipe da UNICRED.

Fonoaudióloga Ingrid com a equipe de colaboradores, gerentes de relacionamentos e gerentes da UNICRED.



Fica expressamente proibida qualquer cópia ou reprodução que desrespeite a Lei 9.610/1998.

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Fonoaudióloga há 22 anos, CFFa 3- 9152 Especialista em Linguagem pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa. Especialista em Fonoaudiologia Educacional pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa. Pós Graduada em Educação Especial: Práticas Inclusivas. Pós Graduanda em Transtorno do Espectro Autista. Certificada em Interveção Naturalista - Modelo Denver. Atendimento personalizado para : Atraso de linguagem e fala. Transtornos Motores de Fala. Orienta'ão para escolas e famílias sobre neurodesenvolvimento e inclusão.