Os Mistérios do Autismo: Mitos e Verdades

A Fonoaudióloga Ingrid Vieira, participou do Curso inédito no Brasil, com o grande estudioso em Autismo, Fonoaudiólogo professor da Universidade do Chile Dr. Miguel Higuera Cancino.

   Uma Alteração neuro-comportamental que interfere no desenvolvimento social, na linguagem e na capacidade criativa da criança, o autismo infantil não tem causa conhecida nem cura, pois não é uma doença, é uma condição. Mas, quando diagnosticado e tratado precocemente por profissionais especializados, tem seus sintomas gradualmente amenizados, permitindo uma rotina muito próxima do normal, com desenvolvimento de linguagem e interação social.


   A primeira orientação que Dr. Miguel Higuera referiu foi: "Não tente interpretar o que as crianças com Transtorno do Espectro Autista querem falar, não super-estimule". Pois, esta criança pensa diferente, com mais realismo e objetividade, ou seja, eles são próprios, precisando de uma informação por vez.
  O fonoaudiólogo Miguel Higuera confirmou a minha prática, enfatizando que o terapeuta da linguagem deve olhar esse paciente como um todo, conhecer a sua realidade, suas experiências na escola e na família.

 O FONOAUDIÓLOGO PRECISA SEMPRE ENVOLVER E TRABALHAR JUNTO COM A FAMÍLIA.
A LINGUAGEM É O RESULTADO DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO.

   Dr. Miguel Higuera demonstrou por meio de exemplos e vídeos de sua prática, a importância do envolvimento das famílias na terapia fonoaudiológica.
   Antes de aprender a falar, precisamos de Intenção Comunicativa, sendo assim nossas crianças precisam aprender a interagir, mesmo sabendo que as evoluções são lentas, precisamos de mudanças pequenas nas rotinas de vida diária, fazendo os pais perceberem que esses momentos devem ser aproveitados.


Fonoaudióloga Ingrid Vieira após o Curso com Fonoaudiólogo Miguel Higuera







 


Respirar pela boca pode atrapalhar o crescimento das crianças e ser um dos sintomas do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

   A respiração é uma função vital!

   O Ideal é a Repiração Nasal!

   Os pais e profissionais que intereagem com as crianças precisam conhecer os sinais da respiração oral, que influenciam na qualidade da aprendizagem.   O fonoaudiólogo é o profissional habilitado para trabalhar as funções neurovegetativas de sucção, respiração, mastigação e deglutição.

   As crianças com respiração predominantemente oral podem ser tratadas com sucesso através de terapia fonoaudiológica, que baseia-se em reeducar a musculatura oral, e aprendizagem do "uso do nariz", por meio de atividades lúdicas e orientações a família.


   No último sábado, 22 de janeiro, o Programa Vida e Saúde da RBS TV, apresentou a importância do Tratamento Fonoaudiológico nas crianças que apresentam respiração oral.




 

   O pediatra entrevistado, Dr. Cecin, enfatizou que muitos casos de crianças com dificuldades em alimentar-se e dificuldades de apredizagem apresentam como característica inicial a Respiração Oral.

    Assista a reportagem:




  No tratamento fonoaudiológico o foco é para a aprendizagem do "uso do nariz", sempre de forma lúdica, utilizando jogos e brinquedos. As atividades e exercícios realizados contribuem para oxigenação cerebral resultando no melhor desempenho educacional da criança.

 
    A Fonoaudiologia é a profissão que surgiu na década de 60, momento em que os distúrbios de comunicação, denominados desvios da língua, assumiram caráter patológico, o que mobilizou muitos professores a se descaracterizarem como educadores e a assumirem o papel de reabilitadores. Assim, surgiram os primeiros cursos de Fonoaudiologia e os terapeutas da fala passaram a ser chamados de Fonoaudiólogos.

    Foi apenas em 09 de Dezembro de 1981, através da Lei 6965, que a profissão foi regulamentada, tornando o fonoaudiólogo o profissional capacitado para atuar, de forma atuação autônoma e independente, na promoção da saúde, avaliação e diagnóstico, orientação, terapia (habilitação e reabilitação), monitoramento e aperfeiçoamento de aspectos fonoaudiológicos envolvidos na função auditiva periférica e central, na função vestibular, na linguagem oral e escrita, na articulação da fala, na voz, na fluência, no sistema miofuncional orofacial e cervical e na deglutição.


II Encontro Micro-Regional de Fonoaudiologia do CREFONO 3


FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO

Florianópolis - SC

26 de novembro de 2010


   Em busca da excelência em sua Atuação, a Fonoaudióloga Ingrid Vieira, participou na última sexta-feira do II ENCONTRO MICRORREGIONAL DE FONOAUDIOLOGIA DO CREFONO 3, com a temática FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO, que foi realizado na cidade de Florianópolis - SC.

Fonoaudióloga Ingrid Vieira com a Delegada do CREFONO 3 Fga. Josiane Borges

   O Encontro contou com a participação de fonoaudiólogos de todo o Estado e com Palestrantes conceituados nacionalmente, como a Conselheira Fga. Dra. Claudia Sordi Ichikawa com o tema O papel do fonoaudiólogo e as possibilidades de atuação na escola, a Fga. Juliana Schambach com o tema Orientações e Cuidados com os alunos protetizados em salas de aula e Psicólogo Dr.  Celso Francisco Tondim.

Conselheira Fga. Dra. Claudia Sordi Ichikawa: O papel do fonoaudiólogo e as possibilidades de atuação na escola


   A Fga. Dra. Claudia Sordi, deixou claro o que está nõ código de ética do profissional, que o fonoaudiólogo com atuação na escola não está lá para realizar atendimento o aluno e sim desenvolver um trabalho com toda a comunidade escolar, ou seja, PROMOVER SAÚDE.

   Dentro do espaço escolar, a Família e a Escola precisam ser orientados, e quando fala-se de Escola, remete-se a toda comunidade escolar, desde o porteiro, a merendeira, a secretária, pais e professores, todos que contextualizam o espaço da criança.

   Quando realiza-se uma ação educativa, consegue-se diminuir os agraves, como nos casos de Desvios Fonológicos (chamados antigamente de Dislalias).

   O Fonoaudiólogo deve participar do Planejamento Escolar, inserindo aspectos preventivos ligados aos assuntos fonoaudiológicos, inclusive falar e discutir métodos de alfabetização.

   A Fonoaudiologia Educacional tem um papel PROFILÁTICO E PREVENTIVO, desenvolvendo programas com as famílias, equipe interdisciplinar e alunos. O fonoaudiólogo tem o papel de Orientar e Capacitar os professores, abordando ascpectos do desenvolvimento humano, instruindo-os sobre a área de linguística, pois os Cursos de Pedagogia não apresentam em sua grade currícular a disciplina de linguística, essenical para compreensão da construção da linguagem escrita.

Criar Programas de Prevenção, olhando a criança com mais cuidado! 

   A identificação dos fatores de risco, como o atraso no desenvolvimento da linguagem oral, não é para rotular a criança, mas sim, para olhar os aspectos do desenvolvimento com mais cuidado. Contribuindo assim para o Pedagogo desenvolver um modelo pedagógico pautado na estimulação multissensorial, investindo no Método Fônico (método das Boquinhas).

Os Atrasos de Linguagem são fatores de risco na Educação Infantil.

   A Alfabetização é um momento de risco para crianças que apresentaram atraso no desenvolvimento da linguagem oral, ou alterações fonológicas, ainda que superados.

   O Fonoaudiólogo dever criar programas de prevenção, orientando os pedagogos nos aspctos de audição e linguagem, com o objetivo de estimular habilidades de audição na Educação Infantil, preparando a criança para alfabetização e previnindo casos de Dislexia. Desta forma, acontecerá uma organização do Sistema Nervoso Central (córtex auditivo), preparando a criança para o fortalecimento da aprendizagem, estimulando o cérebro desde pequeno para desenvolver habilidades (consciência fonológica) que são fundamentais para alfabetização.

Fonoaudióloga Ingrid Vieira com a Fonoaudióloga Débora Frutuoso (supervisora do Estágio de Fonoaudiologia Educacional)


Reencontro da Fonoaudióloga Ingrid Vieira com a Prof. Fga. Fabiane Fabiane Baptistoti

Fonoaudiólogas Carla Cristofolini, Vanessa Ertel e Débora Frutuoso (Equipe de Fonoaudiologia Educacional de São José) 
Livro: Fonoaudiologia e Educação: uma parceria necessária
Organizadores: Angela Ribas e Solange Pazini
CRFa 3a. 2010

Psicólogo  Dr. Celso Francisco Tondim
Palestra: A Atuação do Psicólogo na perspectiva dos Direitos Humanos

   O II Encontro Micro-Regional de Fonoaudiologia do CREFONO 3 - Fonoaudiologia e Educação encerrou com a palestra do Psicólogo Dr. Celso Francisco Tondim, abordando a perspectiva dos Direitos Humanos. Prof. Celso, enfatizou que os profissionais que atuam nas escolas precisam primeiramente realizar um estudo do espaço e noção de território, conhecer bem seu público alvo, pois cada comunidade é única, o que na Fonoaudiologia refere-se como Diagnóstico Institucional. Sua fala confirmou os aspectos abordados pelos outros profissionais, Interagir a Educação e a Escola, Interligando as Políticas para entender as famílias.  Psicólogo Dr. Celso Francisco Tondim, sugeriu leitura de Rui Canário, do Projeto Escola da Ponte em Portugal. e acesso ao http://www.pol.org.br/pol/cms/pol/, link de vídeos interessantes.




Divulgação do Evento no Jornal Biguaçu em Foco



"O trabalho fonoaudiológico na escola permite que o profissional atue em diferentes frentes e disponibilize a comunidade em geral, conhecimentos relativos à comunicação humana."

   Segundo a Lei 6965 de 1981, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de Fonoaudiólogo, em seu artigo 4o. determina:


"É da competência do fonoaudiólogo participar de equipe de orientação e planejamento escolar, inserindo aspectos preventivos ligados a assuntos fonoaudiológicos".







Curso de Capacitação em Síndrome de Down

A fonoaudióloga Ingrid Vieira participou no dia 25 de outubro de 2010, do I Curso de Capacitação em Síndrome de Down, na Associação Amigo Down, que apresentou a proposta de intrumentalizar profissionais da área da saúde que trabalham nas APAEs do Estado de Santa Catarina.
O Curso abordou aspectos teóricos e práticos sobre a Síndrome de Down, desde a prevenção, a reabilitação, tratamentos interdisciplinares (e não multidisciplinares) e envelhecimento com qualidade de vida.

Palestras com profissionais conceituados do Estado de Santa Catarina, como a Bióloga Dra. Ingrid T. Barbato, que explanou sobre os aspectos genéticos da Síndrome, trazendo como novidade científica, estudos com uso de medicamentos para otimização do desenvolvimento cognitivo.

A Enfermeira Ana Beduscki Nahas, além do seu depoimento, abordou a importância dos hábitos alimentares saudáveis na criança e também do adulto com Síndrome de Down.
Dra. Gisele De Luca, Geneticista, esplanou os aspectos importantes da avaliação inicial e continuada, explicou que o corpo é formado por pequenas unidades chamadas células e dentro de cada uma estão os cromossomos, que são responsáveis por todo o funcionamento da pessoa e suas características. Definida como um acidente genético, a síndrome de Down é causada pela alteração de um dos pares de cromossomos da célula humana, o de número 21.  Cada célula normal tem 46 cromossomos iguais, dois a dois. Com a alteração, as pessoas com a síndrome têm 47 cromossomos, por isso acabam tendo mais dificuldades de desenvolvimento e apresentam um sistema imunológico mais propenso a doenças como infecções e problemas do coração, que foram abordados pela Caridologista Dra. Arlete S. Silveira.  Entra aí a importância do trabalho em equipe, com as completas avaliações pediátricas e, do acompanhamento interdisciplinar, com objetivo de diminuir agraves, buscando a qualidade de vida.



Odontóloga Dra. Daniele Breder
 
Mais de 150 profissionais participaram do Curso de Capacitação

ATENÇÃO À GAGUEIRA

No Jornal Biguaçu em Foco

Gagueira é definida como um distúrbio da fluência, que se caracteriza por interrupções anormais no fluxo da fala, sendo geralmente experienciada pelo indivíduo que gagueja como uma perda do controle, já que ocorre de modo involuntário.

São sintomas típicos: pausas, repetições ou prolongamentos de um som, sílaba ou palavra monossilábica, assim como manutenção anormal de uma postura laríngea e/ou articulatória (silenciosa ou audível).

Eventualmente, a gagueira pode ser confundia com o quadro conhecido como: “gagueira primária”, ou “disfluência fisiológica”, ou simplesmente “disfluência”. Tanto a gagueira quanto a disfluência apresentam os mesmos sintomas, o de interrupções na fluência da fala. Considera-se a gagueira como um grau mais severo de disfluência.

Quando iniciar a orientação preventiva?

O diagnóstico precoce e a prevenção podem evitar que a gagueira se torne crônica e, por isso, a orientação aos pais é considerada um fator importante neste trabalho.

A orientação aos pais deve ser iniciada logo após o aparecimento dos primeiros sintomas, porque “é mais difícil adequar a fala de uma gagueira instalada, do que nos primeiros estágios de uma disfluência”.

Recomenda-se uma intervenção imediata em pais de crianças que tenham entre 3 a 5 anos de idade. Dependendo do ambiente familiar e dos fatores de riscos envolvidos (como por exemplo, ocorrência de gagueira na família), deve-se iniciar mais cedo o atendimento dos pais que suspeitam da disfluência apresentada por seus filhos.

A função da prevenção é a de fornecer informações precisas sobre o desenvolvimento da linguagem, e sobre sua relação com a gagueira, com a finalidade de levar aqueles que lidam com indivíduos que gaguejam a uma melhor compreensão sobre esse distúrbio de fala.

Tratamento

O ideal são as intervenções precoces, maiores as chances de promover a criança uma fala fluente. Quando a gagueira já está instalada, ela se torna um problema crônico, o paciente precisa de tratamento fonoaudiológico com exercícios específicos, continuidade e manutenção em seu tratamento.
A gagueira não é uma doença a ser curada, mas "um outro modo de falar”, um “comportamento indesejável contido em um comportamento desejável”.


















I Encontro - Transtorno do Espectro Autista: ENTENDER, ACEITAR E MOBILIZAR

   No sábado dia 25 de setembro de 2010, participei, a convite da Fonoaudióloga Claudia C. Cugnier Guenther, de um encantador e emocionante Encontro Teórico  Prático, que teve o objetivo de promover entendimento sobre o Transtorno do Espectro Autista - TEA.

    Sai deste Encontro Emocionada e Transformada, ao ouvir minha mestra Claudia C. Cugnier Guenther, a quem eu devo minha escolha na Educação Especial, falar com tanta propriedade e segurança sobre o assunto.


   O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente — segundo as normas que regulam essas respostas. Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes chamado transtorno global do desenvolvimento (TGD), também conhecido como transtorno invasivo do desenvolvimento (TID), do inglês pervasive developmental disorder (PDD). Entretanto, neste contexto, a tradução correta de "pervasive" é "abrangente" ou "global", e não "penetrante" ou "invasivo".

   O Encontro aconteceu no Colégio Unificado em Balneário Camboriu, com a participação da Psicóloga Gisele Wagenfuhr Tridapalli, que abordou os aspectos teóricos do Diagnóstico e das Características do Transtorno do Espectro Autista. A Psicóloga, deixou claro que no T.E.A., o diagnóstico é Clínicos, pois não exixtem marcadores Biológicos, abordou as causas principalmente por fatores genéticos e ambientais, destacou a Tríade de Wing, com comprometimentos na comunicação, socilização e interação social.

Essa foi a terceira vez em que ouvi a Psicóloga Gisele, que acredita no trabalho interdisciplinar e enfoca a importância do Atendimento Fonoaudiológico precoce na criança com Transtorno do Espectro Autista. Nas crianças com T.E.A., o atraso de linguagem é significativo, para eles a linguagem é confusa, pois "Linguagem é um todo Coerente"
   A Psicóloga Heloisa Helena Coelho desenvolveu uma dinâmica que nos possibilitou colocar-nos no lugar do outro e em conjunto com a fala e vivência da fonoaudióloga Claudia Cugnier Guenther, possibilitando que todos os participantes convivessem com diferentes experiências sensoriais. "a vida é convivência com uma fantástica variedade de seres, seres humanos, velhos, adultos, crianças, das mais variadas raças, das mais variadas culturas, das mais variadas línguas, animais, plantas, estrelas... sensações...".

Vivência com a Psicóloga Heloisa H. Coelho

   Através desse encontro, reencontrei uma grande pessoa, Pedagoga Ms. Célia D. R. Hoefelmann, que com toda sua delicadeza, abordou as implicações relacionadas a Educação Inclusiva. Enfatizou a todo momento que devemos investir na Linguagem das crianças com Transtorno do Espectro Autista. A Ms. Célia acredita que problemas relacionados ao comportamento, também estão ligados à dificuldade em se fazer entender e não ser compreendido pelo outro.

Ms. Célia Acredita na Plasticidade Neural e nas possibilidades de tratamentos por meio da linguagem.
"Devemos ensinar essa criança a fazer uso da linguagem oral".



   Para encerrar o dia, tive a honra de presenciar a Fonoaudióloga Ms. Doutoranda em Neurociência Claudia Maria Sedrez G. Ronchi, com o Tema: A Relação entre Linguagem e o Transtorno do Espectro Autista. Com sua abordagem da neurociência, Claudia falou da organização cerebral na criança com T.E.A. Deixou claro que está criança tem um cérebro sem lesão e por isso devemos investir na linguagem, introduzindo conteúdo lexical novo, provocando nossa criança dentro do que eles gostam e por meio da brincadeira, "encotrar um canal para afetar", buscando sempre o melhor dela, aquilo que mais afeta, para alcançar-mos uma resposta. Nossas provocações devem ser respaldadas de objetivos a serem alcançados. Não é dar padrões, e sim estabelecer o contato por meio do afeto, aumentando assim, o vocabulário mental.
 
Depoimento:   
 
Indicação do Livro:
"Olhe nos meus olhos" é a tocante narrativa e bem-humorada de alguém que cresceu com a Síndrome de Asperger numa época em que esse diagnóstico não existia. Desde criança, John Robison tinha dificuldades em relacionar-se com outras pessoas. Na adolescência, os problemas se agravaram e apenas aos 40 anos Robison foi diagnosticado, por um atento terapeuta: era portador de uma forma de autismo chamada síndrome de Asperger.




Eu sempre serei grata pelas minhas escolhas, e agradeço minha querida Claudia pela intensa demonstração de carinho, solidariedade e respeito. 


Atualizações:




No trabalho com a criança com T.E.A. é isso que eu acredito:
Amor, Afeto, Trabalho com Determinação e Objetivos... além da sistematicidade...
Ingrid

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Fonoaudióloga há 22 anos, CFFa 3- 9152 Especialista em Linguagem pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa. Especialista em Fonoaudiologia Educacional pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa. Pós Graduada em Educação Especial: Práticas Inclusivas. Pós Graduanda em Transtorno do Espectro Autista. Certificada em Interveção Naturalista - Modelo Denver. Atendimento personalizado para : Atraso de linguagem e fala. Transtornos Motores de Fala. Orienta'ão para escolas e famílias sobre neurodesenvolvimento e inclusão.